sábado, 23 de março de 2013

Minhas terapias...

1º Primeia vez que fiz terapia tinha 14 anos. Fui sozinha no consultório e acertei tudo, só pedia dinheiro para minha mãe e o pagava. Eles nunca foram atrás saber nada. Fiz apenas 6 meses.
O terapeuta pegou um caderno de valor sentimental e não devolveu mais depois perdi contato.

2º Voltei a fazer terapia com 22 anos até os 27 anos. Parei. Total de 5 anos.
Gostava dela mas achei estranho ele ficar me pressionando a não ter o meu filho e me apresentar todos os contras. Penso que terapeuta não pode interferir na vida do paciente.


3º Voltei com a terapia com 29 anos, numa UBS que um colega trabalhava pois sabia o que estava sofrendo com meu marido com inúmeras agressões físicas, morais e psicológicas. Fiz 2 anos.
Parei porque ela não aceitava eu falar da minha mãe na terapia, não podia me maquear que implicava além de começar a trabalhar na parte da manhã.



4º Voltei a fazer por que a escola do meu filho solicitou pois achavam que ele sofria de falta de atenção e depois acharam que era excesso de atenção.
Fiz 2 anos, 2 vezes por semana e ela me parecia ser ótima profissional mas não continuei porque fiquei desempregada e não tinha como pagar mais.


5º Após um namoro conturbado 3 anos e meio, fui fazer terapia para não aceitar mais esse tipo de relacionamento e quando ele quisesse reatar, eu dissesse: -não.
De um lado foi bom pois a terapeuta era cristã e entendia minha linguagem ao invés de achar tudo loucura além de que consegui falar não para este namorado.
O problema foi que ela interferiu na minha vida dizendo que eu não gostava mais desse homem e que deveria casar com um outro que dizia gostar de mim. Insistiu muito nisso e acabei casando e descobrindo que o rapaz não era bonzinho como aparentava.
Endaguei a atitude dela de me induzir a casar com quem não sentia nada e ainda fui enganada mas ela desconversou e não quis mais seguir com a terapia.


6º Eu fui muito pressionada a ficar com um rapaz. Além de eu não gostar dele ainda tinha ciúmes de amigas, meu filho, tudo e era super grosseiro. Estava cheia disso tudo pois casei pensando estar fazendo certo perante a igreja, minha mãe, a terapeuta, etc e acabei fazendo errado de novo.
No fim, o meu filho queria ir embora com o pai dele. A mãe desse cara me falou coisas absurdas no telefone de um incesto entre eu e meu filho de 13 anos. Implodi e tentei contra minha vida, fui no pronto socorro mas não fizeram nada. Então fui procurar ajuda na saúde pública e encontrei o Caps. Fiz terapia com eles um ano e pouco. Foi muito produtivo embora as terapias fossem mais em grupo. Mas como eles só pegam casos graves, me deram alta e um ano e pouco.


Gostaria de continuar fazer terapia mas com um profissional que realmente me ajude porque já é demorado, tanto o tratamento como os resultados e ainda nada mudar....

Eu aconselho todos a fazerem terapia.

O meu caso em específico foi mais demorado e específico porque precisei construir toda estrutura, alicerce que não foi construído ao longo da minha história.

Um comentário:

  1. Olá Katia, estou lendo seu blog e vejo muito de mim em vc. Com a exceção de vc conseguir ter força libertar de relacionamentos abusivos, eu nunca tive. Chorei muito com o relato da partida do seu filho para morar com o pai. Tenho um bebê de 1 ano e 5 meses, é meu filho único, tenho 37 anos e não creio que terei outro filho, mas queria muito, porém meu marido se recusa e tbm eu não o amo mais. Sinto tanto amor pelo meu bebê que dói, como vc mesma descreveu, não me separo pq tenho medo de perde-lo, do pai ficar com a guarda. Assim como vc, tenho um longo histórico psiquiátrico e de terapias e tenho medo de ele usar isso contra mim. Vc já parou para pensar que possa ter transtorno de personalidade boderline? Eu sou de São Paulo, se precisar de uma amiga pode contar comigo. Meu face é www.facebook.com/punkynha Instagram é @punkynha e whats 11 99565-1361. Eu te desejo todo amor do mundo, que seu filho volte para seus braços. Que Deus te abençoe e não permita que vc sofra mais. Um abraço. Lily

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