quinta-feira, 31 de maio de 2012

Voltando a Reeducação Alimentar. 22/05/2012




COMEÇANDO DO ZERO NOVAMENTE:

Tem mais de 6 meses que parei de fazer exercícios físicos e descuidei completamente da alimentação, isto é, comi o que queria, a hora que queria, sem medo de ser feliz...rs.
O problema são as consequências.
Hoje, não sinto complexo de estar gorda ou sobrepeso. Me aceito como sou e meu marido também.
Se para alguns isso é sinal de fracasso, para mim é sinal de felicidade: se aceitar como esta.
As consequências ruins, hoje, estão longe do que já foi para mim. Eu quero usar meus jeans sem ficar apertado, minhas blusas e não sentir dores nas pernas e pés.

Não é mais questão de estética, aceitação, o que os outros vão achar, não estar dentro dos padrões estabelecidos por alguns etc.
Hoje, é questão de saúde e bem estar...e minhas roupas que gosto tanto...rs.

Descobri que tenho hipotiroidismo e li sobre o assunto principalmente quando o Ronaldo Fenômeno tinha o mesmo problema e saiu em todos os meios de comunicação.
Há poucos meses, descobri que mesmo repondo o hormônio, precisava aumentar a dose e faço tudo certinho conforme a médica. Agora, tenho que fazer USG da tireóide e acompanhamento com endocrino que esta sendo demorado e difícil de conseguir mas enquanto isso, decidi fazer a reeducação alimentar.

Eu sempre fiz dietas desde os meus 13 anos e já fui em inúmeros médicos então fiquei um pouco craque no assunto. Houve época em que sabia decór as calorias de muitos alimentos.
O básico que decidi fazer desde o dia 22/05/2012:

- Diminuir carboidrato mas não ficar sem porque depois engorda mais ainda (já tive experiência).
Arroz, feijão, macarrão, batatas etc...3 colheres ou meia xícara e não tudo numa refeição só.

- Tomar água, chás, café, líquidos á vontade.

- Comer de 3h em 3h, mesmo que seja uma bolacha de água.

- Muitas verduras, tomates, cebolas, alho e temperos em geral.

- Legumes, um pires aproximadamente.

- Frutas, umas 4 no decorrer do dia e não tudo de uma vez.

- Amo bananas e é uma das frutas mais completas, nunca deixo faltar.

- Deu muita fome e não tem nada pronto pra comer, opções: 2 salsichas ou 1 omelete simples e ou sopinhas de beber, para aquecer o estômago. Se não tiver nenhuma dessas opções, não é possível que não tenha um leite quente com achocolatado?
O importante é sentir o estômago aquecido nessas horas de fome fora de hora.

- Não pensar que esta de dieta e sim esta mudando tendo mais qualidade na forma de se alimentar.

- Evitar ao máximo doces (uma paçoquinha de vez em quando não faz mal, né?), frituras (eu passo mal, não faz digestão direito)e refrigerantes (eu não gosto mesmo).

- Demorar para se pesar e prestar mais atenção nas medidas pela roupas.

- Ter paciência e tirar a ansiedade de ficar livre das gordurinhas logo. Cada um tem um tipo de metabolismo e no meu caso ficou mais lento devido ao problema citado acima.

- Não ficar se lamentando se outras pessoas comem muito e não engordam. Infelizmente, se eu olhar muito para a comida, já engordo...rs.

- Se arrumar e se cuidar sempre em tudo. Mulher relaxada, ninguém merece, nem nós mesmos...rs.

No momento lembro dessas coisas que penso e estou fazendo, só preciso pensar assim a vida inteira e vigiar para depois de conseguir chegar na minha meta, com saúde, não esquecer e recuperar meu quilos de volta, perdendo minha roupas.

Estou comendo tantas coisas saudáveis, gostosas e que não engordam e o melhor, me sentindo super bem com meu estômago. Agora, é só esperar vir os resultados.

Bjs...contem comigo.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

AMOR DE MÃE DE VERDADE...


Vivemos num mundo onde mães abandonam seus filhos outras rejeitam a vida inteira que ao meu ver não deveriam ser chamadas de mãe.
Vejo vários relatos de dificuldades de relacionamentos entre mães e filhos mas as verdadeiras mães nunca deixa de amá-los.
Penso que o amor da mãe de verdade é o que chega mais perto do amor de Deus pois aceita o filho do jeito que é, o ama gratuitamente e indiferente do que aconteça e o quanto tempo passe.
Eu amei meu filho desde a primeira vez que o vi, no Hospital.
Foi um amor jamais experimentado e talvez sinta se um dia tiver outro...pouco improvável.
É um amor que chega a doer. Como assim?
Quando tinha que deixá-lo de castigo quando pequeno ou dar uma bronca séria, tinha que sair de perto de tanto que me doía e muitas vezes, chorava escondido.
Quando sentia dor ou ficava doente, sofria junto, chorava junto e ficava perto o tempo todo.
Uma vez pedi para ficar doente no lugar dele e Deus me ouviu.
Quando por algum motivo suas lágrimas escorriam por sua face, parecia entrar uma faca invisível em meu peito pois a dor dele era minha dor.
Minha família sempre foi ele pois tenho parentes, amigos mas não família.
Cada vitória dele ou sorriso mas fazia sorrir por dentro. Sua alegria me satisfazia.
Conforme foi crescendo, já não queria agrados na frente dos amigos de escola, muito menos que eu falasse como bebê com ele...rs.
Uma vez, esqueci e ele ficou super envergonhado...
Sempre achei ele lindo mesmo com fases boas ou ruins e proibi que falasse coisas contra si mesmo, se depressiando pois eu o amava de qualquer jeito e não tinha motivos para isso.
Tentava ser dura, ainda mais com lição e quando vinha reclamação da escola, tentei adaptar coisas que vi num programa para educar crianças mas no fundo, sempre fui mole.
Nunca brigamos e nunca deixei ele me desrespeitar mas quando dava bronca, passava alguns minutos e já estávamos nos abraçando e dizendo o quanto nos amávamos.
Tentei dar o meu melhor e o meu tudo mas sou humana, sujeita a falhas e defeitos...tentei.
Dei todo meu amor, toda minha paciência e tempo para meu filho.
Uma vez, fui chamada na escola pois achavam que ele apresentava problemas por falta de atenção e chamaram uma psicóloga e depois de duas sessões, foi descoberto que era excesso de atenção e o sufocava...vai entender: se dá pouco é ruim, se dá muito é ruim...complicado.
Tenho um caderno, uma espécie de diário contando acontecimentos do seu desenvolvimento e curiosidades. Tenho muitas fotos de todas as fases e todas festas de aniversários...a maioria eu que fazia o bolo, só sabia fazer o de prestígio de festa mas era gostoso.

Minha preocupação sempre foi em vê-lo feliz e pela falta que outras pessoas faziam na vida dele, tentava suprir, sempre dizendo o quando eu o amava e ele era importante pra mim.
Amava seu cheirinho mas pezinho ficou grande demais...rs.
Não era mais meu bebezinho, não cabia no meu colo mas nunca consegui vê-lo como um homem e ainda não é, é adolescente apesar de 1,80cm.

Quando se ama, ama tudo, as chatices, os defeitos, o mau humor, etc.
Quando sentimos falta do nosso filho sentimos de tudo: da bagunça, de chamar a atenção quando algo esta errado, de ficar alertando para o frio, banho, comida, etc.

Eu sempre amei e amo meu filho indiferente do que ele sinta, fale, pense, é um amor incondicional.
Amei minha mãezona que era minha avó que já partiu e hoje, amo meu filho que foi o presente que Deus me deu...lindo. Obrigada, Senhor. Te amo Pedro.

Será dia das mãe e ele nasceu no dia das mãe, esse foi meu presente...meu filho.