segunda-feira, 28 de setembro de 2009

ANALOGIA ENTRE JECA TATU E ZINA DO PÂNICO.

Um brasileiro comum como a maioria: sem perspectivas, sem instrução, sem estudo, sem nada a perder e a ganhar porque não tem nada...típico brasileiro que o capitalismo e principalmente a política brasileira adora pois é completamente alienado a tudo e todos.
Vive por viver assistindo programas de tevê pobres, acham as novelas com valores reais e são manipulados por tudo ao seu redor.
Ele é só um exemplo de uma grande massa; a maioria.
Jeca Tatu é um personagem criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês, que contém 14 histórias baseadas no trabalhador rural paulista. Simboliza a situação do caboclo brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças seu atraso e à indigência.
"Jeca Tatu não é assim, ele está assim".
A frase de Monteiro Lobato, sobre um dos seus mais populares personagens, refere sua obra para além das estórias infantis e incomoda a elite intelectual da época, acostumada a uma visão romântica do homem do campo. Jeca Tatu, um caipira de barba rala e calcanhares rachados – porque não gostava de usar sapatos, era pobre, ignorante e averso aos hábitos de higiene urbanos. Morava na região do Vale do Paraíba (SP), distinta por seu atraso.
O trabalho do escritor voltado para várias questões sociais, dentre elas a saúde pública no país, repercute na política e na campanha sanitarista da década de 1920, denunciando a precariedade da saúde das populações rurais, com impacto na redefinição das atribuições do governo no campo da saúde.
Num primeiro momento, em artigos publicados no jornal O Estado de São Paulo, (1914), Lobato pensa o caboclo como uma praga nacional: funesto parasita da terra (...) homem baldio, inadaptável à civilização (...), responsabilizando-o pelos problemas da agricultura.
A história do Jeca Tatu relaciona-se com a de Lobato. Segundo seus biógrafos, em 1911 ele herda do avô a fazenda Buquira, no Vale do Paraíba (SP), tornando-se fazendeiro. Desentende-se com empregados e cria uma figura desqualificada do caipira, considera-o preguiçoso demais para promover melhorias no seu modus vivendi.
No entanto, no bojo das campanhas sanitaristas, Monteiro Lobato modifica sua análise do problema: Pobre Jeca. Como és bonito no romance e feio na realidade., transformando-o num novo símbolo de brasilidade. Não por acaso, em 1924, foi criado o personagem radiofônico Jeca Tatuzinho, que ensinava noções de higiene e saneamento às crianças.
“O 'Jeca Tatu' de Monteiro Lobato: Identidade do Brasileiro e Visão do Brasil”, por Roberto B. da Silva (In: DezenoveVinte - Arte brasileira do século XIX e início do XX)


RESUMINDO: SÓ MUDOU ALGUNS ASPECTOS; UM NO AMBIENTE RURAL OUTRO NO URBANO; MAS OS DOIS COMPLETAMENTE ALHEIOS AO QUE ACONTECE NA ELITE, POR NÃO FAZEREM PARTE ALÉM DE SEREM ALIENADOS A TUDO E FICO TUDO MUITO CÔMODO PARA O GOVERNO.

PASSAM ANOS E ANOS E MONTEIRO LOBATO QUE ERA UM PATRIOTA, ADMIRÁVEL, CONTRUIU UM PERSONAGEM QUE ATÉ HOJE NÃO MUDOU...É UMA VERGONHA OS DIRIGENTES DESSE PAÍS.

EU SOU APAIXONADA PELO BRASIL MAS ACHO UM ABSURDO OS NOSSOS GOVERNANTES E ELITES.

FICA PARA VOCÊS UMA REFLEXÃO.

Um comentário:

  1. Oii querida, como vc está?? E a vidinha de recém casada???Bom, aqui pós evento metrorragia, tudo se encaminha para voltar ao normal, muita coisa por fazer, muita consiga pra por em ordem, mas cada coisa há seu tempo, devagarzinho eu consigo!"?!?! Separei algumas coisa pra te mandar sobre a minha dieta por email, fica de olho que até amanhã sem falta eu mando táh... Bjocas e uma excelente semana pra vc!

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