terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

CUIDADO! OS PSICOPATAS VIVEM BEM PERTO DE NÓS E NÃO CONSEGUIMOS RECONHECÊ-LOS.

LEIAM E TOMEM CUIDADO COM MUITAS PESSOAS QUE PARECEM NORMAIS E SÃO MANIPULADORAS A PONTO DE NOS CONVENCEREM QUE GOSTAM DE NÓS E SÃO NORMAIS. REFLITAM.

Gary Ridgeway, um dos piores assassinos em série dos Estados Unidos, confessou-se culpado pela morte de 48 mulheres em 2001. Durante o interrogatório policial, ele descreveu o que havia comido no café-da-manhã e depois falou sobre seus horrendos crimes com o mesmo desligamento emocional que demonstrou ao descrever seu desjejum. Gary é bem diferente de Cassie, a menina com síndrome de Williams sobre a qual escrevi na minha última coluna. Cassie é a personificação da empatia, para quem todo mundo é amigo. Gary não tem amigos, só vítimas. É considerado um psicopata.

Desde que o psiquiatra americano Hervey Cleckley escreveu o clássico texto sobre essa desordem mental, A Máscara da Sanidade, em 1941, novas pesquisas têm produzido crescentes insights sobre como os psicopatas pensam. Articulados, inteligentes e autoconfiantes, eles não têm ética, empatia, remorso ou sentido de culpa. Ao contrário das pessoas com síndrome de Williams, que se conectam com quem quer que se encontrem, os psicopatas parecem não ter qualquer apego emocional. Tampouco medo de ser flagrados ou punidos. Personalidades psicopatas não se importam com o sofrimento que suas ações infligem aos outros. São incapazes de se importar.

O assassino Jack Abbott descreveu: “Existem emoções que conheço apenas através de palavras e leitura. Eu posso até imaginar que sinto essas emoções, mas realmente não as sinto”. Imagens cerebrais de psicopatas mostram que experiências emocionais não ativam seus cérebros límbicos emocionais, como nas pessoas normais. Nem todos os psicopatas são um Hannibal Lecter (personagem do filme Silêncio dos Inocentes) ou um assassino em série. Aparentemente, 1% das pessoas na população, em geral, é psicopata, embora nem todos sejam criminosos. A maioria de nós cruzará com pelo menos uma figura psicopata em um dia normal.

“Eles são indivíduos insensíveis e de sangue-frio”, diz o doutor Robert Hare, professor de Psicologia da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e criador da ferramenta de diagnóstico usada há 25 anos para identificar os psicopatas. Carismáticos e espertos, eles seduzem por seu charme hipnótico e fluência verbal, apenas para usar impiedosamente suas vítimas segundo seus próprios fins. Cleckley e Hare afirmam que essas pessoas estão por aí e ascendem nas organizações. Diz o psicólogo organizacional americano Paul Babiak: “O clima empresarial de hoje – acelerado, competitivo e muitas vezes caótico – promove o estímulo que os psicopatas buscam e dá cobertura suficiente para seu comportamento manipulativo e abusivo”.

Eles têm consciência do sofrimento que infligem aos outros. Mas são incapazes de se importar
Pesquisadores dizem que os dirigentes com perfil psicopata, que exploram seus subordinados enquanto agradam aos superiores, podem custar caro às organizações. Eles derrubam o moral da equipe, causam excesso de rotatividade e reduzem a produtividade. Hare recomenda que, em vez de considerar essas personalidades charmosas como bons líderes, os empregadores devem avaliar os candidatos cuidadosamente, para identificar aqueles que têm um vistoso MBA, porém são desprovidos de consciência ética.

Psicopatas em potencial podem ser detectados desde cedo, na infância. Embora muitos falhem em estabelecer um senso ético, é possível que alguns desenvolvam remorso e empatia – os pré-requisitos para a moralidade. Pesquisadores na Universidade de South Wales, na Austrália, descobriram que, quanto mais insensíveis e não-emotivas as crianças, maior era a probabilidade de que respondessem bem a recompensas e encorajamento dos pais, mas não a punições por mau comportamento. Precisamos de uma educação não apenas para o intelecto, mas também para o coração.




PSICOPATAS

A revista “Isto É”, de 29/10/2008, ano 31 / nº. 2034, trás uma matéria assaz interessante. A reportagem é assinada pela jornalista Suzane Frutuoso, tem como ponto forte a alusão de que os psicopatas estão entre nós. Ela fala também como identificar pessoas que podem, de uma hora para outra, cometer crimes tão bárbaros como os que vitimaram Isabella e Eloá. São no linguajar médico as psicopatias. Reconhecer um psicopata não é tarefa fácil, pois muitos fatores concorrem para que uma pessoa normal se transforme num psicopata em potencial. Já que falamos em psicopatas o que seria este tipo de pessoa, como poderíamos definir? Em psiquiatria a psicopatia se robustece e tem como ponto de partida qualquer doença mental; psicose. A pessoa de ambos os sexos que se encontram no estado mental patológico caracterizado por desvios, sobretudo caracterológicos, que acarretam comportamentos anti-sociais. Pode-se também agregar a sinonímia um tipo de psicose do ser humano. “Se quem age suspeita que está cometendo um equívoco, quem observa terá certeza do erro, principalmente se for um rival. Se, no calor da paixão, toma-se uma decisão apressadamente e com dúvidas, depois a tolice será condenada. É perigoso fazer algo de que a própria prudência duvida. Nesses casos, é mais seguro não fazer nada.

A sensatez não joga com as probabilidades, anda sempre a luz da razão. Como pode dar - certo uma idéia que logo depois de concebida já desperta receios? “E se a decisão tomada sem dúvida interior costuma sair mal, o que esperar da que começou com dúvidas - razoáveis e justificados maus diagnósticos”? Sempre existe um receio e uma dúvida nas respostas e como encarar esta difícil situação. Queria afirmar que não somos médico, mas isto não impede de emitir uma opinião. “Compreender melhor o funcionamento dos psicopatas é uma tarefa de importância vital para a humanidade. O número de portadores deste transtorno cresce vertiginosamente e eles se infiltram em todos os âmbitos do tecido social, do direito à medicina, da polícia ao mundo dos negócios e principalmente na política. O resultado é a condição de total insegurança que vivemos nas ruas, no trânsito e dentro de nossas casas. “A ação de psicopatas dentro de grandes empresas quebram a confiança de acionistas e investidores que não acreditam nos dados fornecidos pelas empresas e em seus auditores”. O Brasil tem um número acentuado de psicopatas, mas ninguém tomou uma decisão para avaliar o perigo que estamos passando. Baltasar Cracián emite alguns conselhos sobre o comportamento das pessoas.

O Dr. Osvaldo Lopes
O Dr. Osvaldo Lopes do Amaral - Diretor Clínico do INEF, especialista no assunto fala com propriedade do assunto até então quase ignorado pela maioria da população brasileira. Será que existem psicopatas em nossas famílias? Talvez sim. Corremos o risco. As reações dos psicopatas precisam ser conhecidas de todos. Vejam a importância dessa conotação: “O acionar dos psicopatas no mundo da política tornou o mundo mais empobrecido e sem perspectivas para bilhões de seres humanos. É do contingente dos portadores deste transtorno que saem os autores dos piores crimes contra a humanidade embora um grande número deles não chegue a cometer crimes violentos”. “Os psicopatas são seres atormentados que fazem sofrer outros seres humanos mais dom que se pensa e mais do que eles próprios sofrem, por razões que ficarão mais claras neste estudo”. “São seres muito destrutivos em suas relações com o ambiente, com eles próprios e principalmente com as pessoas com quem se relacionam”. “A sua conduta dizimadora os transforma no grande inimigo do ser humano. É muito importante delimitar o conceito de psicopatia para que não se torne um rótulo aplicado indiscriminadamente, como já ocorreu com opositores de regimes totalitários e com seres humanos levados à delinqüência como última possibilidade de sobrevivência”. Mais conhecido como TPA (transtorno de personalidade anti-social. Insanidade sem delírio, transtorno bipolar, entre outros. Não existe uma causa única que determine o TPA. É um transtorno multideterminado o que significa que é o resultado de uma somatória de múltiplos fatores. “Fatores genéticos (os parentes em 1º grau do portador têm cinco vezes mais possibilidades de desenvolver o transtorno que pessoas da população em geral).

Fatores próprios da mente de cada indivíduo; cada pessoa tem uma conformação própria que é - resultado da interação de fatores inatos com as experiências e relações de cuidados (físicos e afetivos) no início da vida. Há internalizações dos vínculos primários, o que ocorre de forma diferente em cada indivíduo, determinando que cada pessoa tenha uma arquitetura interior diferente. Fatores de ordem neurológica, que mostram alterações já bem estudadas do sistema nervoso. Fatores de ordem social também participam. A aspiração sociológica aspira liberdade e distância de imposições de cunho - denominador e autoritárias e isto influencia o desenvolvimento dos psicopatas. Os psicopatas interpretam a falta de normas que temos no mundo atual como licença para violentar os direitos dos outros e não como espaço para a cidadania. A problemática da doença é que preocupa os médicos, visto que ninguém nasce psicopata. São as condições sociais da vida de cada ser humano que levam a este mal. Aqueles que não se adaptam as normais sociais que regem o comportamento sério e legal são presas fáceis da doença. O assunto é polêmico pela notoriedade que as ações dos psicopatas trazem para a sociedade. Muitos que estão na cadeia ou em presídios de segurança máxima são extremamente psicopatas.

Aqueles que manifestam o prazer em roubar, matar, levar sofrimento aos outros podem ser considerados psicopatas. Falta de adaptação ao meio em que vive é um risco. Existem inúmeras nuanças para que o indivíduo se torne psicopata, o diagnóstico mais preciso é o do médico especialista. O médico desempenha um papel primordial na conduta da sociedade, mas infelizmente esta importância sempre é relegada a um segundo plano. Irritabilidade e agressividade, indicado por brigas e agressões repetitivas são indícios. A Folha de São Paulo publica com exclusividade que já existe um novo teste para identificar psicopatas. O teste --composto de tarefas e perguntas respondidas por computador-- mostra que psicopatas assassinos fazem associações cognitivas anormais com a violência em comparação com outros criminosos. Essas associações apóiam suas ações. "Se a diferença for detectada antes que o ataque aconteça, esse teste se torna uma importante ferramenta para distinguir os psicopatas que podem cometer crimes extremamente violentos dos que não o fariam", explicou a principal autora do estudo, Nicola Gray. "Essa é a primeira vez que nós realmente pudemos ter acesso às mentes de criminosos violentos e saber quais conceitos está faltando.” Os cientistas esperam usar o teste para avaliar pessoas acusadas de crimes, mas que alegam inocência, e avaliar presos que pedem liberdade condicional. Assunto polêmico só com especialistas no assunto. Em consonância com os profissionais aqui citados estamos emitindo o nosso parecer.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE.

2 comentários:

  1. OBSERVEMOS mais um detalhe
    Os Psicopatas não se deixam fotografar. Quando atendem telefone sem bina eles não dizem alô, eles esperam silenciosos. Desligam a tomada do telefone.Fazem várias ligações e não dizem nenhuma palavra, isso de varios telefones públicos.Deixam celulares na secretaria eletronica ou desligado.QUEM CONVIVEU COM PSICOPATA sabe que a lista de costumes é bem maior. OBS Eles nunca se dão com as familias, fazen-se de vítimas sempre. Nunca acodem ninguem que passa mal ou cai na rua (ele pisa no pescoço) dom.odilonarrobahotmailpontocom

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  2. Nossa! Que horror! Mas acho que tem vários tipos de psicopatas. Me falaram que eles aprendem tudo quando fazem terapia, para depois usar a linguagem do profissional em suas vítimas...tem uma lei que não foi aprovada pra separar os criminosos psicopatas dos que não são...obrigada...bjs.

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